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MEDIUNIDADE NA INTERNET
- Blog do Dr. Inácio Ferreira -
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SÍNDROME DO PÂNICO

(Perguntas e respostas)

 

- Dr. Inácio, o senhor crê que, na chamada “Síndrome do Pânico”, possa existir alguma espécie de influenciação de espíritos obsessores?

- Tenho certeza disso. Não obstante, não nos esqueçamos de que os espíritos, sejam eles bons ou não, agem com a função do fermento, fazendo crescer a massa – sem a farinha de trigo, ou outra que lhe possa substituir a finalidade, o fermento não passa de elemento inócuo.

 

- O que o senhor quer dizer com isso?...

- Quero dizer o que está dito: a Síndrome do Pânico, em sua causa básica, antes é uma fragilidade espiritual, ou psicológica – escolham o termo que melhor lhes adequar –, de quem esteja padecendo de semelhante processo de intranquilidade em si mesmo, do que devido somente à ação externa de espíritos perturbadores.

 

- “Causa básica”... Qual seria ela?...

- Na realidade, podem ser apontadas várias, não obstante, a mais comum é a do medo que o espírito encarnado faceia ante a perspectiva da “morte”, porque, de alguma maneira, traz a sua consciência comprometida por determinadas atitudes, ou, no mínimo, pela falta de bom aproveitamento do tempo ao seu dispor na encarnação. Outra, de não menor ocorrência, seria cobrança que, através do inconsciente, a consciência lhe efetua.

 

- O senhor não crê, então, na existência de desajustes na química cerebral, ou, ainda, nas condições hormonais do organismo, determinando o “Pânico”?...

- Todos os nossos desajustes espirituais, os mais sutis, encontram, e encontrarão sempre, a sua correspondência no corpo físico, como efeitos, e não causas determinantes deles – a causa de todos os nossos males, sem dúvida, é a nossa imperfeição espiritual! O corpo é instrumento das doenças do espírito! Aliás, como já foi dito não me recordo por quem – talvez André Luiz –, o corpo carnal é o escoadouro das mazelas do espírito!...

 

- Considera, no entanto, louvável o esforço da Farmacologia, com as prescrições médicas no sentido de controlar as manifestações da referida “Síndrome”?!...

-Claro! Não obstante, medicamento algum, por si só, será capaz de fazer o trabalho interno que o portador da “Síndrome do Pânico” deve ser orientado a fazer em si mesmo, no fortalecimento espiritual que não há quem possa adquirir a não ser TRABALHANDO em favor de uma causa nobre.

 

- Doutor, contudo, existem pessoas que, emocionalmente, se mostram fragilizadas demais...

- Que se arrastem! Que alguém as arraste! Pois, caso contrário, após o seu desenlace, o estado de pânico haverá de persistir nelas – desencarnação não cura doença psíquica! Exceções, em final de prova, podem existir, mas, a rigor, muitos doentes se transferem para o Mundo Espiritual com as doenças que adquiriram – e não estou me referindo apenas às doenças psíquicas, não!...

 

- Para vencer esse pavor do desconhecido, ou da morte, que, em muitos, se manifesta em forma de doença, que o senhor aconselharia?...

- Ah, que pensem com serenidade na possibilidade de “morrerem” como Emmanuel aconselhou a Chico Xavier, que gritava, com outros passageiros, ante a iminência de fatal acidente aéreo: “Morrer com educação”! Não é fácil, mas, treinando, a gente consegue...

 

- Doutor, o senhor é hilário...

- Eis aqui um “santo” remédio contra a “Síndrome do Pânico”: ALEGRIA! Eu nunca vi ninguém verdadeiramente alegre sofrer da tal “Síndrome”! A tais enfermos, eu digo: está lhes faltando encontrarem alegria no trabalho, fazendo o trabalho da alegria!...

 

- E os obsessores?!...

- Obsessores, encarnados e desencarnados, não aguentam gente alegre – eles querem gente triste como pasto!...

 

- Acredita que a “Síndrome do Pânico” possa inutilizar alguém na encarnação, levando-a a ficar excessivamente dependente de medicamentos?...

- Infelizmente, milhares de casos assim existem, no mundo todo! Mas, afinal, ninguém reencarna para o fracasso. Movimentemos os recursos de nossa fé em Deus, sem, no entanto, ficarmos na expectativa de soluções que nos cheguem de “fora para dentro”...

 

- Outro conselho final a quem esteja sofrendo assim?...

- Meu irmão/ minha irmã: pegue o seu “Pânico” e vá trabalhar com “ele” – como, igualmente, ensinava Chico Xavier, convide o seu possível obsessor, para que possa ir junto – ele também deve estar com medo de alguma coisa, e, em geral, o medo dele é o de reencarnar a qualquer hora! Um espelho nunca reflete apenas quem se mira nele, mas também a quem se encontra ao lado... Levante-se, com humildade, e vá trabalhar – se você desencarnar a caminho do serviço com Jesus Cristo, você O encontrará, MAS EM SUA CAMA, OU EM SEU SOFÁ, ISTO NUNCA IRÁ ACONTECER!...

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 1º de fevereiro de 2016.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h15
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RECRIANDO A VIDA

 

Se todos os espíritos, ao desencarnarem, por espontânea vontade ou não, se esclarecessem na Vida de Além-Túmulo, natural que, ao reencarnarem, o fizessem isentos de seus erros.

E assim, consequentemente, a necessidade do esquecimento do passado, que é Lei Natural, careceria de sentido, porquanto, então, os espíritos não se mostrariam tendentes a repetir os equívocos cometidos.

Mas, como a Vida, depois da morte, prossegue sem transformação substancial da criatura, a verdade é que os espíritos continuam a ser o que eram na Terra, e, não raro, infelizmente, retornam a novo corpo carnal quase sempre os mesmos.

Vigindo para o mundo físico a Lei de que “nada dá saltos”, para o mundo moral não poderia ser diferente, e semelhante Lei, com maior propriedade, a ele se aplica.

A desencarnação, que nos despoja do envoltório grosseiro, não nos afeta a essência – antes, porém, em sentido positivo, nos afetasse, e, sem esforço de nossa parte, promovesse a nossa renovação.

O grão de areia, ao reencarnar, vira pérola, mas isso não acontece se não gradativamente, na intimidade da ostra.

O fruto, ao desencarnar, volta a ser semente, com as mesmas características do fruto que foi.

Aperfeiçoamento genético, e, principalmente, aperfeiçoamento anímico, é obra paciente do tempo, através das múltiplas experimentações a que, no laboratório da Natureza, o “princípio material” e o “princípio inteligente” se submetem.

E por que o ser inteligente, ao ver-se fora do corpo, não logra pensar fora dos padrões aos quais se encontra habituado, ele tende a recriar em torno de si a vida que deixou na Terra – ou, por outra, ao ver-se, outra vez, no corpo denso, ele tende a recriar na Terra a vida que deixou no Mundo Espiritual!

Entretanto, em tal processo de recriar, evidentemente, que novos valores, adquiridos tanto no Mundo Espiritual quanto na Terra, vão sendo acrescentados, pois, caso contrário, em nenhum dos Dois Lados, a Evolução se faria.

O espírito, portanto, encarnado ou desencarnado, não pode desprezar a experiência que vivencia, porque toda e qualquer ação futura, por menor seja, é consequência da ação presente.

Diante do exposto, muito difícil compreender quem, por exemplo, defende um Mundo Espiritual em transcendência, por habitat do espírito após o seu desenlace corporal – semelhante prodígio, se ocorresse, contrariaria a Lógica de todos os fenômenos observáveis na Criação Divina.

Há quem diga que a evolução do espírito é lenta – todavia, diante da eternidade do Tempo, o que pode ser classificado como sendo lento ou rápido?!

O fruto que é amadurecido artificialmente sempre perde em qualidade e sabor...

Nenhuma lâmpada que se acenda dentro de casa produz a mesma luminosidade no ambiente que a dos raios do Sol, quando entram pela janela...

Para a Evolução do ser, nenhum artifício evolutivo faz-se possível – e, antes que me contestem, apresso-me em dizer que a capacidade de amar não é um artifício evolutivo, mas, sim, o móvel da própria Vida.

Não esperemos, pois, seja onde estivermos, que a Vida, em torno, ou mesmo alhures, nos surpreenda com transcendência, sem que a tenhamos transcendido em nós mesmos.

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 25 de janeiro de 2016.

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h12
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LEVARÁ DÉCADAS

 

“Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno.” – Marcos, 4:29.

 

Certas palavras de Jesus, se realmente ditas como cremos que foram, soam pesadas demais aos ouvidos, desafiando a nossa capacidade interpretativa.

É o caso, por exemplo, das palavras que, sendo anotadas por Marcos, encimam as nossas reflexões nesta página de Ano Novo.

Polêmicas à parte, no que tange à verdade de que Chico Xavier, de fato, seja a reencarnação de Allan Kardec, nós ficamos a pensar na grande responsabilidade assumida por aqueles que, calculadamente, inclusive recorrendo a mentiras, contestam semelhante realidade.

Sim, porquanto na defesa da referida tese não estamos tomando a defesa de Chico Xavier, que, de maneira alguma, necessitaria que o fizéssemos diante da grandiosa Obra que realizou, e que, sem dúvida, fala por si mesma.

Tampouco pretendemos nivelar o trabalho desempenhado pelo Codificador e a tarefa cumprida pelo Médium, porque para nós, a rigor, elas não se distinguem uma da outra – não sofreram, e não sofrem solução de continuidade, com ambas se complementado naturalmente. A Codificação, sem a Obra Mediúnica de Chico Xavier, limitar-se-ia, e esta sem aquela não se expandiria.

Infelizmente – e repetimos à saciedade –, os que combatem, até de maneira sistemática, que Chico não fosse Kardec reencarnado não enxergam o mal que fazem à Doutrina – e não, claro, a nenhum deles, que, sempre fiéis ao Cristo, permanecem indiferentes às nossas tricas doutrinárias.

Existem supostas lideranças na Doutrina que, talvez, desejassem, elas mesmas, serem a reencarnação do Codificador, sendo que, para tanto, simplesmente bastaria que tivessem codificado o Espiritismo, e não o deturpado, qual, lamentavelmente, o fizeram, e continuam a fazê-lo até hoje.

Neste sentido, as dúvidas que espalharam, a partir de depoimentos tendenciosos, defendendo interesses particulares, a nosso ver, levarão décadas para se diluírem, até que, sob a ação inexorável do tempo, a soprar, feito o vento sobre as dunas, de maneira constante, dos rastros das serpentes, a colearam na areia na existência humana, não mais reste nenhum sinal...

O mais curioso é que, na maioria das vezes, os que contestam que Chico tenha sido Kardec reencarnado, quando percebem a inutilidade de seus argumentos, pregam que se faça incompreensível silêncio em torno do assunto, alegando que isso não faz a menor diferença, quando, para nós outros, os adeptos da referida tese, não só faz diferença, como faz toda ela!...

Convém esclarecer aos nossos irmãos bem intencionados no assunto, que, nos últimos tempos, dos três principais contrários a Kardec como sendo Chico, um deles, quando em Pedro Leopoldo, depois de criar vários problemas, abandonou Chico Xavier; outro, ao longo da permanência do Médium na cidade de Uberaba, de 1959 a 2002, quando, então, desencarnou, só esteve com ele uma única vez, e assim mesmo para encontrar o terceiro numa festa de entrega de título de cidadania uberabense; e, por fim, o terceiro – ah, o terceiro! – terceirizou a Doutrina em seus próprios interesses...

Agora, vai aqui um pequeno puxão de orelhas em mim mesmo, quando ouso perguntar aos sobreviventes da velha geração – aos mais jovens deles –, que ainda possuem um fôlego de vida no corpo carnal: Por que se encontram tão emudecidos na defesa da Verdade?! Afinal, o que temem?! Onde estão vocês?! A caridade da Verdade nem sempre se pratica com a caridade do silêncio!...

Ah, como nos estão fazendo falta na Terra espíritos da coragem, por exemplo, de um José Gonçalves Pereira, fundador da Casa Transitória, em São Paulo, e de um Spartaco Ghilardi, fundador do Centro Espírita “Batuíra”, também na capital paulista, e de um José Martins Peralva Sobrinho, diretor da “União Espírita Mineira”, e de um Clóvis Tavares, fundador da “Escola Jesus Cristo”, na cidade de Campos, Rio de Janeiro, e de um Jarbas Leone Varanda, diretor da Aliança Municipal Espírita, em Uberaba, e de uma Heigorina Cunha, de Sacramento, sobrinha de Eurípedes Barsanulfo, e de uma Antusa Ferreira Martins, extraordinária médium em Uberaba, que era surda e muda, mas não boba, e de uma Maria Philomena Aluotto Berutto, carinhosamente chamada D. Neném, Presidente da “União Espírita Mineira”, em Belo Horizonte, e de uma Aparecida Conceição Ferreira, a D. Aparecida do “Hospital do Fogo Selvagem”, em Uberaba, e de uma Sylvia de Almeida Barsante, da cidade de Araxá, Minas Gerais, fundadora do C. E. “Os Caminheiros”, e ainda de uma Corina Novelino, também de Sacramento, autora do livro “Eurípedes – o Homem e a Missão”, e ainda...

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 18 de janeiro de 2016.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h18
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NATAL CHEGANDO

 

A proximidade do Natal nos enseja muitas reflexões, sendo que, uma delas, sempre se me faz presente no espírito.

- Por que será que o Cristo, em vez de ter nascido há vinte séculos, não teria nascido hoje, quando, aparentemente, a Humanidade se mostra mais preparada para recebê-Lo?!...

Ao mesmo tempo, porém, em que formulo tal pergunta, uma dúvida me assalta:

- Será que, de fato, a Humanidade hoje se mostraria mais receptiva à presença do Cristo na Terra?!...

Se, por exemplo, qual aconteceu, Ele emergisse de uma favela, nascendo de pais extremamente pobres, pertencendo a um povo escravizado por um regime ditatorial qualquer, pelo morena e falando um idioma quase desconhecido, além de contrariar os interesses religiosos das mais diferentes igrejas, o que Lhe sucederia?!...

Vejamos:

- o Dalai Lama vive exilado fora do Tibete,

- o Papa Francisco I enfrenta oposição dentro do Vaticano,

- Chico Xavier, habitualmente, era tratado com escárnio pela Imprensa...

Alguns outros considerados líderes da fé, cedendo às pressões do meio, que envolvem, principalmente, a tentação do dinheiro, desviaram-se em seus propósitos.

Talvez, alguém que esteja correndo os olhos por estas linhas, contra-argumente:

- Mas, se Ele, nos tempos atuais, curasse pela simples imposição das mãos, ressuscitasse mortos, multiplicasse pães e peixes, andasse por sobre as águas...  Ah, com certeza, haveria de ser sucesso em qualquer programa de TV!...

Sucesso na audiência, de certo, por algum tempo, Ele pudesse obter, quando não estivesse trancafiado em algum laboratório de pesquisas, com a finalidade de ser estudado em seus estranhos poderes, ou em sua nova forma de fazer magia.

Haveria de surgir um Elimas, com a mesma proposta que tal mago do mesmo nome efetuou a Paulo e a Barnabé, em Salamina, para que lhe revelassem o segredo de falarem com tanta eloquência, fazendo prodígios que sobrepujava os truques com que enganava os incautos...

As maiores companhias editoriais do mundo disputariam a primazia de publicar as suas palavras em livro, com gravações em CD e DVD, na divulgação do que passariam a considerar a mais poderosa e atualíssima mensagem de autoajuda de todos os tempos.

Mas, com base em suas abençoadas lições, será que os homens de hoje se animariam ao testemunho a que se entregavam os cristãos primitivos, morrendo nos circos de martírio?!...

E outra: se Jesus não tivesse vindo a Terra, praticamente nos primórdios da civilização, como se encontraria a Humanidade hoje sem a inspiração do Cristianismo?! Que seria da arte sacra, da literatura, de um Bach com a sua “Alegria dos Homens”, de Michelangelo com a sua belíssima “Pietà”, das Instituições de beneficência que, ao longo da História, Nele se inspiraram?!...

Enfim, como teriam existido José e Maria de Nazaré?! Pedro e João?! Maria de Magdala?! Paulo de Tarso? Francisco de Assis?! Teresa d’Ávila?!...

Sem dúvida, haveria muito menos luz no mundo do que há agora, e talvez, então, por ser a treva tão densa, com mais razão haveria de escrever um moderno evangelista: “Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu.”

Sinceramente, pois, eu não saberia dizer se os homens estão mais preparados para a vinda do Cristo hoje, do que ontem pudessem estar.

Porque se, repentinamente, uma estrela brilhasse no céu mais do que as outras, mais que depressa mísseis seriam disparados em sua direção, com todas as nações imaginando tratar-se de uma invasão de seu espaço aéreo...

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 21 de dezembro de 2015.

 

NOTA: Este Blog estará de volta com matérias inéditas na segunda quinzena do mês de janeiro de 2016.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h34
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EM TORNO DA PALAVRA

(Recordando instruções de Irmão José)

 

Mesmo que a razão esteja do teu lado, atente para a maneira com que possas estar expondo os teus argumentos.

Nunca fales de cima para baixo.

O Cristo, em muitas de suas prédicas, assentava-se com o povo.

Não existe nada que te autorize, nem mesmo a Verdade, a humilhar, pela palavra ou pela ação, seja a quem for.

Esmera-te em ganhar almas pela tua capacidade de compreendê-las, e não em perdê-las pela tua intolerância.

Procura fornecer a quem te escuta um suprimento de esperança.

A vergasta verbal costuma fazer mais estragos que a chibata nos ombros.

Metade das palavras que os homens dizem aos homens poderia ficar sem serem ditas e não faria diferença alguma.

A outra metade que, por certo, é necessário dizer, deveria passar por um processo de filtragem, que lhe eliminasse o excesso de personalismo.

O timbre de tua voz, mais que a tua erudição, é que fornece, a quem te ouça, notícias seguras a respeito de tua real sabedoria.

Caras belas no púlpito podem se traduzir por horríveis carantonhas sonoras.

Esmera-te tu mesmo a escutar o que dizes.

Como te soam aos ouvidos as tuas próprias palavras?!

Existem palavras que transudam melifluidades, e segundas e terceiras intenções, e até, por vezes, quartas e quintas...

Sussurros interesseiros.

Pronúncias tendenciosas.

Tons sibilinos.

Palavras perfumadas artificialmente.

Envergando talhados smokings gramaticais.

Palavras vazias de alma e vida.

“Sepulcros caiados por fora e cheios de podridão por dentro...”

A muita gente, melhor seria não dizer o que diz da maneira com que diz – a carma da mudez, nem sempre, é o carma de quem se matou, mas, sim o carma de quem matou pela palavra.

Cuidado!

O verbo é força criadora por excelência.

Assim, o que estarás criando nas palavras aos outros?!

Não escravizes mentes e corações – liberte-os!

Seja o teu falar sim, sim; não, não...  Mas, ao dizer não, nunca o digas entre sorrisos de sarcasmo, e, ao dizer sim, nunca o digas com exibição de generosidade.

Aprimora o teu espírito e a tua voz há de soar com convicção aos ouvidos alheios.

Assim como existem almas que não correspondem ao corpo que ocupam, há palavras que, por sua sonoridade, traem a si mesmas.

Coloca amor nas tuas palavras e terás um jardim em tua boca.

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 14 de dezembro de 2015.

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h15
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CHICO XAVIER, O SÁBIO MÉDIUM

 

- Doutor, se possível, gostaria que tentássemos reproduzir aqui a conversa que, juntos, tivemos na última terça-feira, dia 24 de novembro, antecedendo a nossa reunião pública de estudos na Casa Espírita “Bittencourt Sampaio”...

- Ah, sim, perfeitamente. Foi sobre as considerações efetuadas pelo nosso irmão Cláudio, quando fazia uso da palavra, dizendo que Chico Xavier havia deixado vários livros com entrevistas, e você, participando do diálogo mental, lamentou que ele não tivesse deixado tais livros em maior número...

 

- Foi quando o senhor entrou com uma observação que, sinceramente, nunca me havia ocorrido antes...

- Eu disse que o médium Chico, com os seus conhecimentos – conhecimentos que pertenciam a ele, e não aos espíritos! – antes de ter sido, na Terra, um médium sábio, era um sábio médium! Ele, com a sua elevação espiritual, poderia, por ele mesmo, ter assinado muitas das páginas que, por seu intermédio, os espíritos assinaram...

 

- Mas, o senhor disse que, ao contrário de quase todos os sábios da Humanidade, que, diga-se de passagem, eram grandes inspirados...

- Chico foi o primeiro sábio da História a atribuir seus conhecimentos ao Mundo Espiritual – os maiores gênios da Humanidade, quase sempre, falavam, ou, pelo menos, pensavam que falavam por si mesmos – escreveram obras das quais, pessoalmente, eles se apropriaram, passando a ser conhecidos como seus autores...

 

- Allan Kardec não! O Codificador também abdicou da autoria de “suas” obras, que pertence aos espíritos – inclusive, como sabemos, procurou um pseudônimo para assiná-las...

- À semelhança de Kardec, que era pensador, mas abriu mão da autoria de seus pensamentos, Chico Xavier sempre se preocupou em mostrar a obra dos espíritos – a vida inteira, durante 75 anos do mais legítimo mandato mediúnico, consentiu que os considerados mortos falassem por seu intermédio – para que os espíritos aparecessem, ele fazia questão de se anular!...

 

- Sim, Chico, na maioria das vezes, sentenciava: “O nosso Emmanuel está aqui”, dizendo isso ou aquilo... Ou, então: “O Dr. Bezerra está nos pedindo para considerar...”, e transmitia a opinião do venerável Benfeitor...

- A questão é que Chico representa um novo paradigma para a sabedoria dos homens na Terra – o da sabedoria mediúnica!...

 

- “Sabedoria mediúnica”?!...

- O propósito dele, que foi e, claro, continua sendo, um dos Ministros do Cristo, no esforço pela espiritualização dos homens, foi o de estabelecer, na cabeça das pessoas, um link com o Mundo Espiritual... A sabedoria dos sábios comuns era uma sabedoria horizontal, mas a de Chico era uma sabedoria vertical!...

 

- De fato, a simples presença dele nos induzia a pensar na Imortalidade...

- Este era o objetivo, e, felizmente, foi cumprido de maneira fidelíssima – Chico era um sábio médium embaixador do Mundo Espiritual na Terra!  Enquanto filósofos e pensadores pareciam, única e exclusivamente, extrair do conteúdo de sua própria cabeça as reflexões que eles nos legaram, Chico Xavier nos “desviava” a atenção para as realidades do Mundo Espiritual... Sim – repito –, ele era capaz, por exemplo, de versejar tão bem quanto Auta de Souza, mas preferia permitir que fosse Auta de Souza a versejar por intermédio dele...

 

- Alguns médiuns querem aparecer mais que os espíritos que com eles trabalham...

- Chico, imitando a Kardec, anulou-se a partir de seu próprio nome, levando a existência inteira a se comparar a um “cisco” – nasceu Francisco e viveu sendo “cisco”! O seu propósito era o de refletir o Mundo Espiritual, para que quantos com ele tivessem contato verticalizassem o pensamento – deixassem de pensar linearmente, incapazes, quase sempre, de pensar em espiral!...

 

- Eu achei esta observação um primor – digna de ser registrada!...

- Deste Outro Lado, nós, os mortos, não abdicamos da faculdade de pensar – aliás, pensamos mais do que vocês pensam que pensamos!...

 

- No entanto, muita gente poderá imaginar que nós estamos dizendo que o Chico, por ser sábio, não era médium...

- Se até Jesus Cristo era Médium de Deus – “Eu e o Pai somos um” –, como é que alguém poderá dizer que não seja médium – pelo menos, dos espíritos obsessores eu tenho a certeza de que são!...

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 7 de dezembro de 2015.

  

 

 

 

 



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h09
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JESUS NO MUNDO ATUAL

 
A proximidade do Natal, evidentemente, enseja-nos inúmeras reflexões a respeito da presença de Jesus no mundo atual.
Particularmente, diante do fanatismo religioso, que parece extrapolar de maneira incontrolável, fico a me perguntar se será possível que, um dia, os nossos irmãos muçulmanos, seguidores de Maomé, venham a aceitar Jesus na condição de Caminho, Verdade e Vida.
Neste sentido, por mais otimista que eu procure ser, não consigo enxergar luz no fim do túnel...
E, sendo assim, intriga-me o fato de Jesus ter escolhido nascer na Judéia, descendendo de uma nação que, motivada ou desmotivadamente – não me cabe aqui entrar no mérito da questão - inspira tanto ódio racial a tantas outras, quase no mundo todo.
Sim, porquanto, principalmente no Oriente, Israel não conta com a simpatia dos países que lhe são fronteiriços, sustentando, com alguns deles, uma paz quase insustentável.
Tenho a impressão de que, tendo nascido judeu, Jesus não quer ser pouco amado pelos homens – Ele não quer um amor aos pedaços – Ele quer um amor que seja capaz de chegar ao extremo de nossa capacidade de amar!...
Seria, por exemplo, fácil que os árabes amassem um Jesus que tivesse sangue árabe correndo nas veias – se Ele fosse palestino ou sírio ou iraquiano...
Talvez, se Ele tivesse nascido na China, ou na Rússia, não Lhe fosse tão difícil contar com o amor e o respeito dos descendentes dos Khans, ou dos Czares...
Ou, ainda, escolhesse nascer na Índia, de há muito, com certeza, estaria, em posição proeminente, figurando entre os deuses da Trindade do Hinduísmo – Bhrama, Vishnu e Shiva...
E se, em vez do aramaico, Ele se expressasse no idioma grego, com Sócrates lhe fazendo o papel de João Batista, o Precursor, ou em inglês, na condição de Profeta do considerado país, politicamente, mais influente do mundo – EEUU –, não viesse a ser tão espinhosa a missão que Lhe cabe em se fazer ouvido, pela Humanidade, em Suas palavras de Vida Eterna...
No que tange, porém, ao mundo islâmico, é provável que algum estudioso venha a considerar que, tanto quanto pelo Judaísmo, Jesus Cristo, é respeitado pelo Islamismo, que, apenas e tão somente, não O coloca à altura espiritual de Maomé! – o Judaísmo, igualmente, não considera o Cristo superior aos seus grandes patriarcas, nem tampouco a Moisés, que liderou os judeus em sua fuga do Egito...
(Abrindo um parêntese, a Igreja Católica santificou a tantos que, em seus milhares de altares, Jesus passou a contar com inúmeros concorrentes de Sua grandeza e poder espiritual! – não obstante, se Ele, em vez de ter nascido no país dominado, nascesse no país dominante – se fosse romano e se expressasse em latim –, a simples condição de europeu lhe daria a credibilidade cultural que Ele ainda não possui junto aos preconceituosos – a um preconceituoso como Hitler, por exemplo, que pretendendo extinguir com os judeus, anelava, sob o comando das trevas, arrasar o Cristianismo!)
Ah, se o Cristo tivesse falado em alemão, ou em francês?! Não faria grande diferença se ele falasse em português, ou castelhano – embora tais idiomas pertençam ao chamado “ramo itálico” – perdoem-me, eu não sou um linguista! No máximo, sou um linguarudo...
Eu não tenho culpa, se a chegada do Natal me torna assim de espírito tão nostálgico que me leva tão longe em meus devaneios.
Creio que Jesus, ao nascer entre os judeus, não pretendia se valer apenas da crença monoteísta do povo hebreu, a fim de consolidar a ideia de um Deus único. Ele sabia que não seria fácil ser amado como judeu pelos próprios judeus! – Ele sabia e, mesmo assim, quis nascer sob o pálio de todas as humilhações possíveis e imagináveis – inclusive a de ter nascido em meio ao excremento de animais, numa singela estrebaria!
O Cristo não é brincadeira, e, se eu não Lhe entendo a cabeça, muito menos o coração, pois que Ele quer ser amado pelo ódio mais açulado que possa existir contra o que Ele representa!...
Feliz Natal, meu povo!...
 
INÁCIO FERREIRA
 
Uberaba – MG, 30 de novembro de 2015.



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 08h08
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TERRORISMO EM PARIS

 

Os atos terroristas cometidos na pátria de Allan Kardec, no último dia 13, deixando dezenas de mortos e feridos, não devem, evidentemente, serem analisados superficialmente.

Qual lhes seria a causa?! Simples questão de extremismo religioso?! Não! Sinceramente, não cremos que seja a religião a motivadora da violência que, infelizmente, parece vir tomando conta do mundo. A religião, ao longo da História, vem sendo utilizada pelo homem como pretexto para a sua falta de espiritualidade, a se exteriorizar nas mais diversas formas de atentado da Humanidade contra si mesma.

No recente atentado em Paris, centralizado numa casa de shows, mais de uma centena de pessoas, que lá, despreocupadamente, se encontravam, vieram a desencarnar – de fato, o disparo das armas automáticas e o som das bombas puderam ser ouvidos a quilômetros de distância, ganhando, de imediato, espaço na mídia internacional.

A verdade, porém, é que no Brasil, por exemplo, todos os dias, silenciosamente, crimes semelhantes são cometidos, com centenas e centenas de vítimas, sem que sequer a Imprensa local abra manchetes para denunciá-los de maneira conveniente.

Sim, aqui também, na tão propalada Pátria do Evangelho, os terroristas, que não são muçulmanos, mas, por vezes, bons cristãos, agem em prejuízo de uma geração, ou duas, ou mais, praticando atos de corrupção que negam ao espírito reencarnado as oportunidades de elevação de que ele carece e, ao tomar o corpo, encontrava-se esperançoso.

Crianças crescendo nas ruas...

Jovens dominados pelas drogas...

Adultos desempregados...

Idosos sobrevivendo sem dignidade...

Os piores terroristas, nem sempre, são aqueles que se apresentam de turbante na cabeça – muitos deles vestem terno e gravata, confeccionados pelos estilistas de maior renome, e andam de carros importados.

A opinião pública é passional – comove-se ante um massacre cometido em uma só noite fria, mas ignora dezenas de outros, praticados, diuturnamente, à luz do Sol mais abrasador!

Claro que não estamos a justificar o que houve no Bataclan, em Paris, que é o desdobrar do que houve no World Trade Center, em Nova York, e, talvez, venha a ser o desdobrar do que pode vir ocorrer em outras capitais do mundo.

Qualquer forma de violência, por menor seja, precisa ser imediatamente coibida, à semelhança do combate que se dispensa a uma célula cancerígena no organismo – no entanto, mais que lhe combater os efeitos, é indispensável que se lhe estude as causas e, sobretudo, tenha-se coragem de admiti-las.

O que, recentemente, aconteceu em Paris, além de uma ação policial presta, está a merecer uma análise sociológica em profundidade – análise que, a nosso ver, irá culminar com a constatação da grande miséria espiritual em que a Humanidade vem escolhendo viver.

A culpa, uma vez mais, não pode recair sobre o Criador, mas, sim, sobre a criatura, porque a fé que se aponta por réu nesse processo não é mais do que vítima.

Um jovem pai francês, de descendência asiática, emocionou o mundo ao explicar ao filho pequeno que, se os terroristas, que são homens maus, possuem armas, nós, com a finalidade de enfrentá-los, possuímos flores...

Sim, concordo. Possuímos flores, que são sempre mais eficazes que quaisquer armas, no entanto, está nos faltando bondade! – mas bondade que, não se limitando a simples retórica, se demonstre na prática, com o homem verdadeiramente considerando o outro na condição de irmão.

Até lá, sem rodeios, eu vou dizer a vocês: os homens prosseguirão enganando a si mesmos, improvisando, com velas, flores e cartazes, monumentos públicos em homenagem a dezenas e dezenas de vivos-mortos, esquecidos do cinturão de miséria constituído pelos milhares e milhares de mortos-vivos, que se formou ao redor de suas luzentes e belas capitais!...

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 23 de novembro de 2015.



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h10
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VAPT  VUPT!

 

- Doutor, na condição de espíritas, o que o senhor acha que mais nos falta?

- Humildade.

- E depois?...

- Atualmente, vivência na caridade.

- E Conhecimento?...

- Não tanto conhecimento da Doutrina, quanto de nós mesmos.

- Nosso maior defeito?...

- Vários... Difícil apontar um só.

- No entanto, o que carece de urgente corrigenda?...

- Arrogância.

- O senhor acha-nos arrogantes?...

- E vaidosos – de uma vaidade intelectual que não se justifica.

- Estaríamos preparados para sermos maioria?...

- Nem para sermos minoria...

- Os nossos Centros Espíritas?...

- Sobrevivem pelo idealismo de alguns poucos.

- Mediunidade?...

- Há muito delírio nela...

- Mesmo?...

- Muita alucinação...

- O Movimento Espírita?...

- Palco para muita gente...

- Os seus livros de autor encarnado?...

- Fracos...

- E os de natureza mediúnica?...

- Arremedo de literatura...

- A literatura espírita em geral?...

- Escrita para autopromoção...

- Do espírito?...

- Do médium...

- Não está sendo rigoroso demais?...

- Talvez...

- Então, o que sobra?...

- Jesus, Kardec e Chico Xavier! Como vê, sobra tudo...

- Médiuns novatos?...

- Apressados demais – querem colher sem plantar...

- E os mais velhos?...

- Acreditam-se os donos do “terreiro”...

- “Terreiro” de Umbanda?...

- Não! Com significado de quintal mesmo... Galos velhos, esporando os galos novos...

- O que mais admira no Espiritismo?...

- Ah! O Espiritismo de fazer sopa, de costurar para os necessitados, de visitar os doentes, de dar passes nos acamados – este Espiritismo é que mantém o Espiritismo ainda vivo!...

- O Espiritismo pode morrer?...

- Claro que não, mas que, em seus seguidores, está sofrendo de anemia, está...

- O senhor generaliza, quando fala em “seguidores”?...

- Não, tem uma meia dúzia de três que fica de fora – e nós dois não estamos nela!...

- Quem está?...

- Aquela senhora, aquele senhor e aquele jovenzinho...

- No fundo, no fundo?...

- Falta de fé! Muitos, por observarem excessivamente os homens, e nada ao Cristo, estão perdendo a fé!...

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

Uberaba, 15 de novembro de 2015.



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 09h12
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A ADVERTÊNCIA DO CRISTO

 

Nota do médium: Como aconteceu quando da publicação do livro "DIÁLOGOS COM DR. INÁCIO", por solicitação da Editora LEEPP, estamos suprimindo deste Blog as páginas que passarão a constituir um novo livro, a ser lançado por ela nos próximos meses. Esperamos a compreensão de nossos irmãos internautas, que, certamente, já dispuseram de suficiente tempo para desfrutarem das referidas postagens, e mesmo de copia-las para divulgação, como haverão de continuar desfrutando das páginas inéditas que o nosso Benfeitor Espiritual venha a se dignar escrever por nosso intermédio. Abraços carinhosos.


Carlos A. Baccelli



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h16
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“CHICO XAVIER SER A REENCARNAÇÃO DE ALLAN KARDEC É ASSUNTO RELEVANTE E PERTINENTE.”

(ENTREVISTA COM O DR. INÁCIO FERREIRA)

 

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Carlos A. Baccelli



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h13
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ENTÃO VOCÊS EXPLIQUEM!

 

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Carlos A. Baccelli



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h22
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O INTUITO DAS TREVAS

 

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Carlos A. Baccelli



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h14
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UM ANJO CHEIO DE REUMATISMO

 

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Carlos A. Baccelli



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h24
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REFLEXÕES MINHAS – II

 

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Carlos A. Baccelli



Escrito por Dr. Inácio Ferreira às 05h20
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